Passeios guiados, audioguia e roteiros culturais conduzidos por quem pesquisa, mede e caminha este território todos os dias.
Cada roteiro nasce de pesquisa própria e de caminhada em campo. Grupos pequenos, tempo para conversa, e a história contada com fonte — não com lenda de calçada.
Nosso carro-chefeO eixo que deu origem à cidade, das Cabeças ao Padre Faria, em duas rotas que você escolhe: o lado do poder (Pilar e Rosário) ou o lado do trabalho (Antônio Dias e Santa Efigênia).
AfroturismoMinas, irmandades, territórios e memória viva, conduzidos pelo coletivo Palma Preta — narrativa afrorreferenciada contada por quem pertence a esses lugares.
SubsoloDescer a galeria escavada por mãos escravizadas muda o que você entende das igrejas lá em cima. Bijoca, Palácio Velho e o complexo de Chico Rei.
Em produçãoDoze paradas narradas para quem prefere caminhar sozinho — com a mesma pesquisa dos roteiros guiados, no seu tempo e no seu fone.
EscolasTrinta e cinco cadernos de campo e nove guias do professor, alinhados à BNCC. O aluno registra fotos e anotações no próprio celular e leva o caderno pronto.
Percursos fechadosDois percursos desenhados parada a parada, com onde comer e beber no caminho. Você escolhe o lado da cidade — o do poder ou o do trabalho.
O Caminho Tronco é o eixo que deu origem a Ouro Preto. Ele tem dois lados, e cada um conta uma história diferente do mesmo ouro. Escolha por onde começar — ou faça os dois, em dias seguidos.

Os dois roteiros passam por aqui, e não é acaso. A praça foi pelourinho, cadeia, palácio de governadores e escola de minas; hoje é museu, ponto de encontro e palco de festa. Ao lado, a feira de pedra-sabão mantém viva a mesma matéria-prima que os mestres do século XVIII esculpiram nas portadas — o comércio popular acontecendo no mesmo chão onde a Inconfidência foi julgada. Comece ou termine por aqui: é o lugar onde a cidade sempre se encontrou.
Ouro Preto é central na história da escravidão no Brasil, e quase nenhum roteiro da cidade diz isso em voz alta. O Circuito Palma Preta percorre minas, irmandades negras e territórios de memória com condução do próprio coletivo — a reserva é feita conosco, a narrativa é deles.

Enquanto os outros mandam PDF, nós entregamos uma ferramenta: mapa com o traçado real medido em campo, fichas com fonte, imagens 360° e a agenda cultural da semana. Abre no navegador, instala no celular, não pesa.
Nossa curadoria de restaurantes, bares, cafés e hospedagens, com faixa de preço e contato direto da casa. Você reserva com eles; nós não cobramos comissão.
Conte quantos dias você tem, o que te interessa e com quem vem. Desenhamos o roteiro e respondemos com preço fechado.
Mapa com o traçado medido em campo, fichas com fonte e imagens 360° — pensado para a tela do celular, com você andando pela cidade. Aponte a câmera para o código e ele abre no seu telefone.